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Srs. Responsáveis pela educação em Vila Velha

Saudações!

Espero que leiam até o fim, apesar de ser um pouco extenso.


Li um curto comentário do professor Daniel Ferstl Bastos numa postagem endereçada a Guga Chacra.

Em pouco mais de 20 palavras são cometidos tantos erros e emitidos tantos preconceitos que me preocupa qual o nível de educação oferecido aos jovens de Vila Velha.


Antes de lhes escrever, tentei duas vezes contato com o professor numa tentativa honesta de esclarecer seus erros - mas o mesmo ignorou minhas duas mensagens.


O professor alega que Israel é "um Estado genocida e uma democracia falaciosa".

Quais são os números que o leva a falar em Estado Genocida?

Nos cinco anos terminados em Agosto/2020 a ONU informa ter havido 326 Palestinos mortos (94% deles terroristas em ação ou que resistiram a prisão)

Serão os 326 mortos em 5 anos em confronto com tropas Israelenses suficientes para designar Israel como "genocida"?


No seu estado do Espírito Santo, - apenas entre 01/01 e 19/08 deste ano - houve 703 mortes violentas (Fonte: Secretaria Segurança Pública do ES).


Ou seja, media de 94/mês.

Em Israel a média foi 5/mês. Será que o Professor ensina que o Espírito Santo é 19 vezes mais genocida?


Sobre a afirmação de "democracia falaciosa", Israel tem um Parlamento com 120 membros de 17 partidos diferentes, desde a direita até a extrema esquerda.

Há inclusive 5 partidos anti-sionistas, 4 partidos Árabes Palestinos cujos representantes não cantam o hino do país e se ausentam nas cerimônias Cívicas.

No Oriente Médio há os seguintes países, além de Israel:

Turquia, Síria, Líbano, Iraque, Autoridade Palestina, Gaza, Jordânia, Arábia Saudita, Egito, Líbia, Kwait, Catar, Iemen, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Tunísia, Argélia, Marrocos - alguns ainda incluem o Afganistão e o Paquistão.


Por gentileza perguntem ao digno professor se ele considera algum destes países como exemplo de democracia ou pelo menos que algum seja mais democrático que Israel.

A resposta é importante para a formação dos jovens de sua cidade.


O digno professor Daniel Ferstl Bastos também escreveu que "os antigos habitantes do lugar foram expulsos, mortos ou presos para dar lugar aos novos habitantes".


Provavelmente ele leu isto em algum material de propaganda do movimento terrorista Hamas ou similar.

Na guerra de independência cerca de 700.000 Árabes abandonaram Israel.

A esmagadora maioria incitada a sair pelas lideranças Árabes que pediam "espaço livre para jogar os Judeus ao mar, após o quê vocês poderão voltar e ficar com as propriedades dos Judeus".

Muitos acreditaram!

Ao mesmo tempo, 650.000 Judeus foram expulsos (estes sim, expulsos) dos países Árabes.

Nenhum destes Judeus são considerados refugiados, mas todos os Árabes que, saíram de Israel mais seus filhos, seus netos e bisnetos seguem sendo " Refugiados".


Quais outros são refugiados da mesma época?

Exatamente neste mesmo período 4.700.000 Hindus foram expulsos do Paquistão (7 vezes mais) mas não se fala em "refugiados Hindus".

Em Chipre 22% dos habitantes foram expulsos da parte norte em 1974 pelos Turcos, mas não se fala em " Refugiados Cipriotas ".

Taiwan recebeu, em 1949, 2.700.000 refugiados da China Continental, mas tampouco se fala em " Refugiados Chineses".


No entanto, a eficiente propaganda Palestina transformou os 700.000 Árabes que saíram de Israel em eternos refugiados, atribuindo hoje o número de quase 4.500.000 "refugiados".


Resumindo: 22% dos Cipriotas de 1974 não são mais refugiados.

2.700.000 Chineses de 1949 não são mais refugiados

4.700.000 Hindus de 1947 não são mais refugiados.

Mas 650.000 Árabes de 1948 viraram 4.500.000 de eternos refugiados.

Talvez algo para pensar...


Como o professor Daniel Ferstl Bastos não me responde, talvez seria interessante que vocês lhe enviem cópia desta mensagem. E o façam pelo bem da verdade e da educação de vossas crianças.


Atenciosamente

Marcos L Susskind

Apenas repondo a verdade

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