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Primeiro-ministro grego chega a Israel para conversas sobre energia, anexação

Kyriakos Mitsotakis vem com a maior delegação a Israel desde o início da pandemia



O primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis chegou a Israel na terça-feira para uma visita de um dia planejada para incluir conversas abrangentes sobre energia e os controversos planos de seu colega de anexar partes da Cisjordânia.


Mitsotakis lidera a maior delegação de alto nível em Israel desde o início da pandemia de coronavírus, com seis ministros a reboque, incluindo defesa, estrangeiros e turismo.


A delegação desembarcou no aeroporto Ben Gurion e foi recebida pelo ministro das Relações Exteriores Gabi Ashkenazi, informou o Ministério das Relações Exteriores em comunicado.


A pernoite segue uma visita a Jerusalém na semana passada pelo ministro das Relações Exteriores alemão Heiko Maas, que manifestou descontentamento europeu com as propostas israelenses de anexar assentamentos da Cisjordânia e o vale do Jordão.


A medida faz parte de um plano de paz apresentado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em janeiro, apoiado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e totalmente rejeitado pelos palestinos.

"Discutiremos o plano de paz do presidente Trump e falaremos sobre energia e o gasoduto EastMed, estabilidade no Oriente Médio, com ênfase no Irã e no Líbano", Iris Ambor, diretora do Departamento de Europa do Sul do Ministério das Relações Exteriores, disse a jornalistas na segunda-feira.


Israel, Grécia e Chipre assinaram em janeiro o acordo da EastMed para um enorme oleoduto para enviar gás do Mediterrâneo oriental para a Europa, apesar das objeções da Turquia.



A Mitsotakis manterá conversações com Netanyahu na terça-feira e visitará o local do memorial do Holocausto de Jerusalém Yad Vashem na quarta-feira, disse Ambor.

A delegação grega não viajará para a cidade de Ramallah, na Cisjordânia, sede da Autoridade Palestina, segundo autoridades israelenses.

A União Européia está avaliando medidas de retaliação em resposta à anexação israelense, que pode começar em 1º de julho, embora as sanções exijam o acordo de todos os 27 estados membros.

Fonte Times of Israel


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