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Novo álbum da pianista Clara Sverner

Clara Sverner marca seu triunfante retorno ao mercado fonográfico após um hiato de 8 anos com novo álbum






Intérprete de talento reconhecido por público e crítica do Brasil e do exterior, Clara Sverner teve sólida formação que se iniciou em São Paulo com o professor José Kliass.


Mais tarde, aperfeiçoou-se em alguns dos centros musicais mais avançados, tais como o Conservatório de Genebra, onde recebeu uma medalha de ouro, e o Mannes College of Music, de Nova Iorque.

Premiada no "Concurso Internacional Wilhelm Backhaus", ainda adolescente iniciou a vitoriosa carreira que a tornou uma das mais prestigiadas virtuoses brasileiras. Apresentou-se em recitais e concertos por todos os quadrantes do Brasil e em turnês para plateias da Europa, dos Estados Unidos, do Japão e de Israel.

Privilegiando, antes de tudo, a qualidade estética, o arrojo da invenção e a carga expressiva das músicas que executa, Clara Sverner é uma artista inquieta que não se cansa de se aperfeiçoar, pesquisar e ousar.

Sverner, no domínio da música clássica brasileira, foi a principal responsável pela redescoberta das obras de Glauco Velásquez.

Foi ainda pioneira a desvendar a produção pianística de Chiquinha Gonzaga, a quem dedicou várias gravações.

Em 1980, lançou o primeiro álbum com algumas obras para piano da maestrina.

O sucesso foi imenso e, em 1981, gravou um segundo LP com outras obras de piano dessa fecunda compositora.

Em 1999, o CD "Chiquinha Gonzaga por Clara Sverner" foi lançado pela gravadora Azul Music, iniciando uma longa parceria, que se mantém até os dias atuais.

Sverner desenvolveu parcerias memoráveis com o saxofonista Paulo Moura e com João Carlos de Assis Brasil, abolindo fronteiras e visitando outros universos sonoros com a mesma excelência que sempre caracterizou sua obra.

Aclamada pelo público e crítica, sua íntegra das sonatas para piano de Mozart, gravada em cinco volumes, foi concluída em 2009, adicionando a seu currículo, alguns prêmios e importantes indicações:

O primeiro volume foi finalista do Prêmio TIM;

O segundo volume ganhou o Prêmio TIM de "Melhor Disco Clássico" e o terceiro volume foi indicado ao Grammy Latino.

Em 2011, Sverner foi novamente indicada ao Grammy Latino na categotia de "Melhor álbum de música clássica", por “Chopin" .

No ano seguinte, lançou pela Azul Music, o aclamado álbum “Ravel e Debussy”.

Em 2019, enquanto gravava as sessões para o novo álbum "Reminiscences Vol. 1", Sverner sagrou-se vencedora do "Prêmio Profissionais da Música" como melhor interpréte no segmento clássico.

Em "Reminiscences, Vol. 1", seu novo álbum, produzido pelo compositor e pianista Corciolli e já disponibilizado em todas as plataformas digitais.


Sverner apresenta um repertório escolhido a dedo, onde revisita peças que tocou pela primeira vez, ainda adolescente.

"Gravar esse álbum me fez voltar às origens, um passeio nostálgico por várias obras que toquei no inicio de meu aperfeiçoamento no piano".


Os destaques do álbum ficam por conta da pungente "Valse Sentimentale No. 6, Op. 51" de Pyotr Ilyich Tchaikovsky e para a magistral "Prelúdio No. 15 in D-Flat Major, Op. 28) de Frédéric Chopin, popularmente conhecida como "Raindrop" (Gota D´Água).


PARA OUVIR: https://orcd.co/reminiscences1

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