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Laboratório israelense conclui testes bem sucedidos da vacina contra o coronavírus em roedores

O Instituto de Pesquisa Biológica, administrado pelo Ministério da Defesa, disse ainda faltam novos experimentos antes de passar para testes em humanos, espera ter o produto final dentro de um ano




Um laboratório administrado pelo Ministério da Defesa concluiu testes bem-sucedidos de vacinas contra o coronavírus em roedores, abrindo caminho para novos testes em outros animais e, eventualmente, em humanos, informou a Channel 12.

O Instituto Israelense de Pesquisa Biológica, com sede em Ness Ziona, espera ter uma vacina finalizada em um ano, ou possivelmente até mais cedo, segundo o relatório.


Durante os testes, dois grupos de roedores foram infectados com o coronavírus, mas apenas um grupo recebeu a vacina.

Enquanto o grupo não vacinado ficou doente, os roedores vacinados permaneceram saudáveis.

O teste em roedores é uma etapa preliminar importante no desenvolvimento de medicamentos e permite o início de outros testes em outros animais.

Se esses também forem bem-sucedidos, os testes serão direcionados aos seres humanos para verificar a eficácia da vacina e os efeitos colaterais, segundo o relatório.


No início deste mês, o laboratório confirmou que havia isolado um anticorpo que acreditava poder ser usado para desenvolver tratamentos para o COVID-19 e que estava à frente do mundo nesses esforços.

Esse desenvolvimento não seria útil na criação de uma vacina, mas seria um passo em direção a um tratamento medicamentoso para aqueles que já contraíram a doença.


Enquanto várias instituições científicas em todo o mundo descobriram anticorpos capazes de destruir o vírus COVID-19, o laboratório disse que na época era o primeiro do mundo a atingir três marcos importantes:

encontrar um anticorpo que destrói o vírus; que atinja especificamente esse coronavírus; e isso é monoclonal, sem proteínas adicionais que podem causar complicações para os pacientes.


A pesquisa antes secreta, foi lançado nas manchetes depois que o ministro da Defesa, Naftali Bennett, anunciou o isolamento do anticorpo.


De acordo com o Canal 12, o laboratório identificou oito anticorpos contra o COVID-19 e solicitou uma patente internacional sobre a tecnologia.

Os anticorpos foram produzidos a partir de sangue coletado de pacientes com COVID-19 que desenvolveram sintomas graves e depois se recuperaram.

O laboratório espera combinar os anticorpos em um tratamento eficaz para o vírus.

Se os pesquisadores puderem fazer o medicamento, procurarão uma empresa farmacêutica internacional para produzi-lo em massa.


Cerca de 100 grupos de pesquisa em todo o mundo estão buscando vacinas contra o coronavírus, com quase uma dúzia nos estágios iniciais de testes em humanos ou prestes a começar.

Até agora, porém, não há como prever qual vacina, se houver alguma, funcionará com segurança, ou mesmo para nomear um candidato.


Anthony Fauci, o principal especialista do governo dos EUA, alertou que, mesmo que tudo corra perfeitamente, o desenvolvimento de uma vacina em 12 a 18 meses estabeleceria um recorde de velocidade.


O coronavírus já infectou mais de 4,7 milhões de pessoas e matou mais de 315.000 em todo o mundo, de acordo com o site Worldmeter, que especialistas dizem que subestima o verdadeiro número da pandemia.

Fonte Times of Israel


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