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Israel pensa em trazer 400 etíopes para se unir a famílias antes das eleições de março

Por: Marcy Oster

Judeus etíopes chegam ao aeroporto Ben Gurion como parte da Operação Wings of Dove, em 28 de agosto de 2013. (Miriam Alster / Flash90 / JTA

Israel pode reunir 400 etíopes com seus filhos que já moravam lá antes das eleições nacionais em março.


As notícias do Canal 12 de Israel divulgaram o plano pela primeira vez na última quarta-feira (29). O Gabinete pode discutir o assunto quando se reunir na terça-feira (04).


Os etíopes que representam 60 famílias que seriam levadas a Israel antes de 2 de março fazem parte da comunidade Falash Mura, que afirma ter vínculos com descendentes de judeus que se converteram ao cristianismo gerações atrás sob pressão, mas agora buscam um retorno ao judaísmo.


Cerca de 8.000 Falash Mura na Etiópia estão aguardando permissão para imigrar para Israel, a maioria dos quais possui alguns familiares em Israel. Uma resolução do Gabinete em 2015 comprometeu-se a levar todos os 8.000 para Israel até 2020, mas dinheiro limitado foi alocado em orçamentos sucessivos para que isso aconteça.


Em outubro de 2018, o Gabinete aprovou um plano para a imigração de 1.000 candidatos no ano seguinte que cumpriam o critério de ter parentes de primeiro grau que entraram em Israel sob decisões anteriores do governo em relação à comunidade Falash Mura. Mas em 2019 apenas 600 chegaram.


Cerca de 140.000 etíopes vivem em Israel.


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Fonte: JTA

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