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Comunidade solidária com Israel

"É preciso clareza sobre os fatos: terroristas atacam, Israel se defende" diz a Conib ; Federação Israelita do Estado de São Paulo manifesta apoio ao direito de Israel se defender do Terrorismo do Hamas




Nota da CONIB

Grupos terroristas palestinos estão há dois dias lançando centenas de foguetes contra a população civil israelense.


Israel, como qualquer país do mundo, precisa defender sua população, e seu Exército desenvolveu métodos para evitar ao máximo que a população da Faixa de Gaza seja atingida por suas ações de defesa e pague pelo extremismo sanguinário do Hamas.

O grupo é apoiado pelo Irã e usa os habitantes de Gaza como escudos humanos em meio ao seu arsenal militar e lançadores de mísseis.

É preciso ter clareza sobre o que está acontecendo na região.

A melhor forma de fazer a paz avançar é compreender as causas da violência.

Os fatos são claros, a cronologia deste novo conflito é clara: a população civil de Israel foi atacada brutal e indiscriminadamente e o país está se defendendo.

O Hamas, que domina a faixa de Gaza, é um grupo terrorista que tortura seus opositores, persegue outras religiões e minorias, inclusive a comunidade LGBTQIA+.

Causa estranheza que movimentos ditos progressistas se alinhem com esses terroristas para atacar Israel, sem se preocupar com os fatos.

Esperamos que eles analisem mais profundamente a situação e entendam o que está acontecendo.

Somos todos a favor da paz e contra a violência. Mas Israel tem o dever de se defender. Novamente, é preciso ter clareza sobre o que está acontecendo para ajudar na causa da paz, que é a causa de todos nós.


Nota da Fisesp


Nas últimas semanas Jerusalém tem sido palco de agitação e violência, em uma nova escalada de tensões entre israelenses e palestinos. Muito tem se falado e questionado sobre os motivos dessa onda de violência e protestos que tomaram conta da cidade e se se espalhado para outras regiões.

Seja pela ação de um grupo de jovens palestinos que agrediram fisicamente judeus ortodoxos por diversão e a reação da polícia local, seja pela disputa judicial que retirou três famílias palestinas do bairro de Sheikh Jarrah, na parte oriental de Jerusalém, para devolveu casas para judeus que eram proprietários dos terrenos antes da Guerra Árabe-Israelense, de 1948.

Seja pelos ataques de foguetes no Dia de Jerusalém, celebração judaica que ocorre após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, ou pela confusão na mesquita de Al-Aqsa, um dos locais mais sagrados do Islã, que deixou centenas de feridos.

Não temos dúvidas que tudo isso é motivado propositalmente pelo terrorismo do Hamas, que se aproveita de qualquer data ou situação para causar tensão, provocar a reação israelense e transformar a vítima em culpada por supostos ataques desproporcionais.

Vale sempre lembrar e destacar que o Hamas foi fundado em dezembro de 1987, na Primeira Intifada. Comanda Gaza desde 2007 e prega a destruição de Israel.

O Hamas é responsável pela grande maioria dos atentados suicidas contra israelenses nos últimos anos e assume inúmeros tiros de foguetes e obuses de morteiro lançados de Gaza contra Israel.

O movimento defende a criação de um Estado palestino, mas se recusa a reconhecer a existência de um Estado judeu.

Com tudo isso, o Hamas mostra força e esvazia ainda mais a liderança da Autoridade Palestina, presidida por Mahmoud Abbas, disputando a primazia nos territórios ocupados e arvorando-se como o guardião da Esplanada das Mesquitas. O Hamas claramente incitou os palestinos contra Israel.

Israel vive há muitos anos sob ameaça de terrorismo. Para se alcançar a paz duradoura, é necessário respeitar o direito do outro de existir. Quando a rede de terrorismo do Hamas consegue chegar à população de Israel, vem a resposta. Israel não vai matar crianças, Israel vai destruir foguetes para defender seus cidadãos.

A Federação Israelita do Estado de São Paulo manifesta o seu total apoio ao direito de Israel se defender do Terrorismo do Hamas. Israel é uma democracia, onde você pode concordar ou não com as decisões do governo. Tudo o que se quer atingir, se consegue com o diálogo, mas o terror não dialoga. Israel quer a paz. O Hamas quer o terror.

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