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A ONU pede aos palestinos que interrompam o discurso de ódio contra israelenses



Pela primeira vez em sua história, o comitê antirracismo das Nações Unidas pede a Palestina que combata o antissemitismo


O Comitê das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação Racial (CERD), em um relatório sobre os palestinos, disse estar preocupado com “discursos de ódio em certos meios de comunicação, especialmente aqueles controlados pelo Hamas, mídias sociais, declarações de funcionários públicos e currículos e livros escolares, que alimenta o ódio e pode incitar a violência, particularmente o discurso de ódio contra israelenses, que às vezes também alimenta o antissemitismo."


O relatório marcou a primeira vez que o painel criticou as autoridades palestinas, de acordo com a UN Watch, organização com sede em Genebra que abordou a sessão.

O comitê instou Ramallah a proteger melhor jornalistas, ativistas de direitos humanos e dissidentes políticos; agir contra o incitamento à violência por figuras públicas, políticos e funcionários da mídia; e remover imagens e textos inflamatórios e discriminatórios dos currículos e livros escolares.


O painel também recomendou que as autoridades palestinas garantissem que as minorias desfrutassem de plenos direitos e serviços públicos, especialmente beduínos, e que as minorias encontrassem representação adequada na política.


"O que aconteceu nesta semana foi sem precedentes", afirmou Hillel Neuer, diretor executivo da ONU Watch, após a sessão. "Desde 1974, quando Yasser Arafat e a OLP foram recebidos nas Nações Unidas, é a primeira vez que os holofotes do organismo mundial são oficialmente colocados no racismo, na discriminação e no antissemitismo palestinos".


Um membro do comitê, o vice-secretário especial de Direitos Humanos do Brasil, Silvio Albuquerque, perguntou aos representantes palestinos sobre "a presença de conteúdo antissemita e discriminatório em livros didáticos usados ​​por crianças e adolescentes nas escolas palestinas", segundo um comunicado divulgado à imprensa. pela ONG Monitor, uma organização sem fins lucrativos com sede em Israel.


Citando informações que recebeu de grupos pró-Israel nos bastidores da sessão, Albuquerque disse que lhe foram mostrados "vários exemplos de linguagem, conteúdo e livros supostamente racistas e antissemitas".


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Fonte: TIMES OF ISRAEL

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