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A Europa Não Estará Presente

𝘱𝘰𝘳 𝘔𝘢𝘳𝘤𝘰𝘴 𝘓 𝘚𝘶𝘴𝘴𝘬𝘪𝘯𝘥




O mundo assiste neste momento ousada mudança de rumos em direção à paz.

Depois de décadas de mortes, assassinatos, destruição, bombardeios e terror eis que se abre uma fresta para a paz.

A luz imensa da paz que se anuncia parece cegar mentes escuras.


E a Europa, em conjunto, é uma das grandes cegas..

Não um país Europeu, não cinco - todos eles com uma e uma só exceção: a Hungria.


Antes de descrever a atitude Européia, quero transcrever palavra por palavra o pronunciamento do Embaixador Mohamad Aklouk, representante Palestino junto à Liga Árabe, ao ver rejeitada a petição Palestina de condenação aos Emiratos Árabes por normalizarem as relações com Israel:


“Com todo o orgulho, a Palestina exigia uma decisão dos Ministros do Exterior dos Países Árabes que rejeite e condene a normalização dos Emiratos, evite o declínio e preserve o legado da Liga Árabe.

Porém a Palestina não conseguiu impor esta resolução e portanto o rascunho de resolução desabou.

Mas nos temos a dignidade, temos os mártires, os prisioneiros e os gloriosos campos de refugiados e isto nos basta”. Ressalto que o grifo é meu.


Se você reler o que ele disse verá que ao invés de mudança de rumo em direção à paz, a liderança Palestina ressalta o martírio e a condição permanente de refugiados, encoraja o terrorismo e rejeita a paz em troca de um Estado Palestino.


Pois bem, na terça feira, 15/09/2020, os Emiratos Árabes Unidos, o Bahrein e Israel assinarão a normalização de suas relações, investimentos mútuos , troca de embaixadores, cooperação nas áreas de medicina, tecnologia, turismo, meio ambiente e outras.

A Palestina se recusa a aceitar e pediu à Europa que não endosse este normalização.

E a Europa, de joelhos frente ao terror, aceitou o pedido (ou o ultimato?) e não estarão presentes.


A Europa, que tanto preza a paz, endossa a posição anti-paz.

Enquanto isso o Omã, o Sudão, o Marrocos e a Arábia Saudita analisam e esperam dar o mesmo passo, aliás já dado pelo Chad em 2019.


A grande Europa da Paz estará ausente.

A Bélgica que usou trabalho forçado de negros no Congo, punindo com amputação dos braços a quem não atingisse as cotas de colheitas de borracha, não enviará seus piedosos representantes.

A Santa Itália que dominou com violência sem fim a Eritreia, Líbia, Somália e Etiópia tampouco enviará seus santos representantes.

A 𝘍𝘳𝘢𝘯ç𝘢, da Liberté, Egalité, Fraternité que escravizou os Haitianos, trucidou e matou 1.000.000 de Argelinos, dizimou os habitantes de Madagascar não virá pois a paz no Oriente Médio só se os piedosos Palestinos do Hamas, Jihad Islâmica, Fatah, FPLP e outros “terroristas pacifistas” endossarem os termos dos acordos.

A sempre fleugmática 𝘐𝘯𝘨𝘭𝘢𝘵𝘦𝘳𝘳𝘢 também estará ausente. Claro, seus líderes talvez não se lembrem de seus “bondosos atos”como o massacre dos Boer, os assassinatos em massa na Índia (Amristar) os 10.000.000 de desalojados na separação entre Índia e Paquistão ou os 100.000 mortos na Revolta Mau-Mau entre outros atos de generosidade humana.

A 𝘌𝘴𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢 que tão inocentemente matou, mutilou, expulsou e queimou os Judeus durante a inquisição, a mesma Espanha que dizimou os índios na América e que santificou o Terror Branco com estupros, assassinatos, execuções há menos de 80 anos também estará ausente.

A 𝘈𝘭𝘦𝘮𝘢𝘯𝘩𝘢 que iniciou as duas Guerras Mundiais com 20.000.000 de mortos na primeira e 75.000.000 na segunda, tampouco estará lá.

A inocente Austria, pátria de Hitler e sua primeira aliada não estará lá bem como estarão ausentes a 𝘙𝘰𝘮ê𝘯𝘪𝘢 de Vlad o Empalador, a 𝘙ú𝘴𝘴𝘪𝘢 com seus incontáveis crimes na Letônia, Geórgia, Lituânia, Polônia, Tchecoslováquia.

A pacífica 𝘚é𝘳𝘷𝘪𝘢 que tinha a norma de estuprar as mulheres da Bósnia e de matar islâmicos também optou por não ir. 𝘗𝘰𝘳𝘵𝘶𝘨𝘢𝘭, que escravizou, explorou e destruiu a dignidade em Moçambique e Angola, que explorou Macau, arrasou o Ceilão também se abstém.


A lista poderia seguir mas já há números e nomes suficientes.

Todos estes “amantes da paz” se ausentarão porque estão convencidos que Israel não é suficientemente flexível frente aos Palestinos.

Afinal é em nome da paz que Palestinos pacifistas raptam Israelenses, cometem assassinatos, explodem ônibus e salões de festa, esfaqueiam crianças de 5 anos e mulheres de 83, sequestraram aviões, mataram atletas Israelenses na Olimpíada de Munique, jogaram 23 crianças vivas do 4o. andar de uma escola, mataram uma senhora no sétimo mês de gravidez, seu filho de 4 anos e feriram gravemente a filha de 5.

O único sobrevivente em Maalot foi um bebê de 16 meses, surdo-mudo.

Como ele não chorou, não foi encontrado!

Sim, estes amantes da paz jogam seus caminhões e jipes sobre civis em pontos de ônibus, escondem armas de fogo na mochila escolar de seus filhos ou entre as fraldas de seus bebês.

A estes, a sagrada, pacífica e piedosa Europa presta solidariedade, condenando os Emiratos Árabes e o Bahrein.

Provavelmente também boicotarão os demais que se encontram a poucos passos de tomar a mesma decisão: Omã, Sudão, Marrocos, Arábia Saudita.


A Europa sepulta sua moral e caminha a passos largos para se transformar em mais um imenso protetorado Islâmico.

Sepultada a moral, gradativamente, cavam a sepultura de suas tradições nacionais e religiosas.

Quem viver, verá!

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